O scanner encontra
Um serviço exposto, uma tecnologia, uma CVE provável — e o exploit.
honeypot.xlabs.com.br CONFIDENCIAL
XLabs Honeypot
Então entregue exatamente o que eles vieram buscar.
Só que não onde o atacante imagina.
O XLabs Honeypot cria superfícies de ataque falsas, aplicações vulneráveis controladas e ambientes de deception que atraem scanners, bots e operadores humanos. O atacante acredita que encontrou uma vulnerabilidade; você passa a ver quem ele é, o que procura e como pretende atacar.
Hackers estudam sua superfície. Agora sua superfície estuda os hackers.
Eles querem uma vulnerabilidade.
Um scanner encontra um serviço exposto. Identifica uma tecnologia. Aponta uma CVE provável. Envia o exploit. A aplicação responde como um alvo vulnerável. O atacante continua.
O atacante acredita que está comprometendo o ambiente. Na realidade, está alimentando sua Threat Intelligence.
Um serviço exposto, uma tecnologia, uma CVE provável — e o exploit.
A isca responde com o comportamento do produto real: mesma tela, mesmos campos, mesmos headers. O atacante insiste, e nada do que ele envia é executado.
Tudo isso acontece numa superfície construída para observar o atacante. Cada tentativa fica registrada: origem, ferramenta, payload e o passo seguinte.
Hack the Hackers
Normalmente, o atacante escolhe quando atacar, o que testar, quais ferramentas usar, quais vulnerabilidades procurar e quanto tempo permanecer escondido. Deception muda essa relação.
O atacante passa a revelar as técnicas dentro de uma infraestrutura criada especificamente para observá-lo.
Não persiga o hacker. Faça o hacker vir até você.
C2
Cada agente XLabs se conecta ao XLabs Honeypot C2, permitindo o gerenciamento centralizado de toda a infraestrutura de deception. Controle sensores distribuídos, acompanhe eventos, gerencie versões e evolua as capacidades do agente.
Um C2 criado para defender.
One-Click Agent Update
O agente não pode virar software esquecido no servidor do cliente. Quando uma nova versão estiver disponível, o administrador solicita a atualização pelo C2. Um clique. No próximo ciclo de comunicação, o agente recebe a instrução e inicia a atualização.
Novo exploit. Nova técnica. Nova versão. Update.
CVE Traps
Uma vulnerabilidade crítica é publicada. Horas depois começam os scans. Depois surgem os primeiros payloads. Logo começam as campanhas automatizadas. O XLabs Honeypot transforma CVEs em pontos de observação ofensiva.
O sensor pode reproduzir endpoints, interfaces e comportamentos esperados por ferramentas de exploração. O atacante envia o exploit. Nós capturamos a tentativa.
Sem precisar colocar uma aplicação realmente vulnerável em produção.
Personas
Um honeypot genérico é fácil de identificar. Uma boa deception precisa contar uma história. O XLabs Honeypot pode assumir comportamentos associados a diferentes tecnologias e superfícies.
O atacante acessa / e encontra o comportamento esperado de um appliance GlobalProtect.
/ 302 → /global-protect/login.esp
Outra persona pode reproduzir características de um ambiente Microsoft AD FS.
Outra superfície pode aparentar ser uma instalação SharePoint.
Outra pode se comportar como um WordPress exposto e potencialmente vulnerável.
O agente também responde como o scanner espera quando ele procura uma vulnerabilidade específica.
Não mostramos ao atacante uma lista de iscas. Mostramos um alvo.
Payload Safe
O objetivo da plataforma é capturar a intenção ofensiva sem transformar o honeypot em infraestrutura utilizável contra terceiros. A tentativa é registrada. A resposta permanece coerente com o cenário de deception.
Capturamos o payload. Não precisamos executar o ataque real.
See What Hackers See
Um request isolado é um log. Milhares de interações correlacionadas começam a formar Threat Intelligence.
Threat Intelligence.
Reconnaissance Intelligence
E essa procura deixa rastros. Scanners percorrem milhares de possibilidades tentando descobrir o que existe atrás de um IP. O XLabs Honeypot transforma esse reconnaissance em telemetria.
/.env/.git/config/wp-login.php/manager/html/cli/_layouts//dana-na//global-protect//adfs/Você começa a enxergar o que os atacantes estão procurando hoje.
Attack Intelligence Loop
Eles atacam a isca. A isca aprende. A defesa evolui.
Planos
Todos os planos entregam o catálogo completo de iscas no agente. Os limites ficam em sensores, usuários, leitura de logs e extras do C2.
On-Premise Agent
O XLabs Honeypot utiliza agentes que podem ser implantados em Linux ou Windows. O sensor permanece na infraestrutura definida pelo cliente. O gerenciamento ocorre pelo XLabs C2. Isso cria superfícies de deception próximas ao ambiente que o atacante espera encontrar.
Deception distribuída. Controle centralizado.
Implantação
O admin da empresa gera um token de instalação de uso único e instala o agente em Linux ou Windows.
O agente publica a persona e as fachadas de CVE. O scanner encontra o alvo e insiste. O payload para na camada de captura.
Os eventos chegam ao console do cliente: quem é o atacante, o que procurava e como tentou atacar.
Built for Hackers.
Não queremos apenas bloquear uma requisição. Queremos entender:
Essa é a diferença entre simplesmente registrar ataques e construir inteligência a partir deles.
Acesso
Logs de ataque, sensores, personas e instalação do agente da sua empresa.
Para o admin, o analista e o leitor da empresa: logs de ataque, sensores, atualização one-click do agente e gestão de equipe.
Acessar C2 → portal.xlabs honey-pot.netO honey-pot.net é o laboratório público da tecnologia XLabs. Superfícies propositalmente vulneráveis são expostas à Internet para observar scanners, bots, exploits e campanhas reais.
Abrir honey-pot.net → Atacantes da internet. Payloads reais. Telemetria real. Alvos controlados.XLabs Honeypot
Eles procuram vulnerabilidades. Nós construímos vulnerabilidades para eles encontrarem. Eles enviam exploits. Nós estudamos os exploits. Eles fazem reconnaissance. Nós observamos o reconnaissance. Eles tentam mapear a sua infraestrutura.
Enquanto isso, você mapeia a deles.
Don't just block the attacker.
Study him.